Koordinaten 8838

Hochgeladen 10. September 2019

Aufgezeichnet August 2019

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205,88 km

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bei Pousa, Braga (Portugal)

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Rotas & Roteiros "Portugal Profundo" By Paula Abreu ©
Site de locais e viagens · Castro Laboreiro, Viana Do Castelo,
ROTAS "Portugal Profundo" ©
A descoberta começa aqui...
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"ROTA das Aldeias do Condado" - NORTE e SUL, uma vez que o Rio Cávado encaixa
na perfeiçção como fronteira geográfica para o mesmo enquadramento;

- O Concelho de BARCELOS tem 89 Freguesias, das quais:

- 43 Freguesias a NORTE do Cávado, e..

- 46 Freguesias a SUL do Cávado

- Aproveitando a comemoração dos 720 Anos de BARCELOS CIDADE CONDAL (em 2018)

- A planificaçao de ambas as Rotas tem como pricipio basilar LIGAR cada uma das freguesias tendo como fator comum as suas IGREJAS MATRIZ/PAROQUIAIS (Way Point)

- O percurso de ambas as rotas tem uma forte abragencia RURAL, quer por caminhos ancestrias (terra, calçadas portuguesas, vias romanas e asfalto secundário)

- É assumidamente um ROTEIRO (ROTA) para utilizadores de viaturas 4x4 (Jipes, Mota ou Quod) e a todos os amantes da modalidade

- Além dos Way Points de passagem obrigatória por cada uma das suas respetivas IGREJAS MATRIZ, são fornecidos outros WP de valor acrescentado, nomeadamente
os de Patromónio Cultural e Histórico, Ambiental e Arquitetonico)


- Contará com um trajeto acessível a todas as viaturas 4x4 conferindo assim uma oportunidade de se iniciarem todos aqueles que ainda não tomaram
conhecimento com esta modalidade.

- De qualquer das formas, e ainda quanto à "dificuldade" é sempre muito resumida quando comparada com a abrangência que a mesma pode conter,
de qualquer forma, esta simples informação é todavia indicada considerando um jipe no seu estado original.


- RESUMIDAMENTE, esta é (mais coisa, menos coisa) a minha matriz em relaçao à ROTA das Aldeias do Condado (a NORTE e a SUL do Cávado)


Rio Cávado
O Rio Cávado é, indubitavelmente, o recurso turístico com mais potencial acumulado no concelho de Barcelos o qual tem inúmeras potencialidades ao nível do lazer para as populações locais e visitantes. O Rio Cávado divide o concelho de Barcelos sensivelmente a meio, no seu caminho para o Atlântico. Neste percurso banha as freguesias de Ucha S. Romão, Pousa, Areias S. Vicente, Areias de Vilar, Manhente, Rio Covo St.ª Eugénia, Tamel S. Veríssimo, Barcelos, Barcelinhos, Vila Frescaínha S. Pedro, Gilmonde, Mariz, Perelhal e Fornelos criando ao longo destes espaços de grande potencial turístico, como praias fluviais, paisagens, zona de lazer, percursos naturais, entre outros espaços de grande valor típicos das zonas ribeirinhas. As margens do rio são particularmente ricas ao nível do património aquífero e etnográfico decorrente da relação que o homem teve com o rio ao longo dos tempos. O rio proporciona ainda cenários para a prática de desportos náuticos entre os quais se destaca a canoagem, nomeadamente no troço Areias de Vilar a Barcelos.

Para conhecer melhor este curso de água que marca a identidade geográfica do concelho de Barcelos e todo o baixo Minho, aconselhamos uma visita atempada a Barcelos com fruição das margens deste rio para desfrutar em pormenor o património aquífero, etnológico, faunístico e florístico que lhe está inerente, para o efeito deixamos em seguida algumas dicas:

Ucha S. Romão – Lug. Quintão;
Pousa junto à Ponte sobre o Rio e área florestal adjacente;
Areias de S. Vicente – Junto à Barragem de Penide (aconselhável para observação de aves e lontras);
Areias de Vilar – Agras do Rio – Perto do Mosteiro de Vilar de Frades, zona rica em património molinológico.
Tamel S. Veríssimo (Lugar de Pontes a Lugar de Barreiras) – área de Interesse paisagístico onde se localiza a Ilha do Tostão;
Manhente – Margem do Cávado do Lugar da Igreja a Lugar do Barco – Zona com potencial diverso onde se reúnem todas as potencialidades deste curso de água. A vista aqui é dominada pelo Rio Cávado e pelas suas margens e encimada pelo Mosteiro de Vilar de Frades e pelas faldas e pelo Verde do Monte de Airó.
Rio Covo St.ª Eugénia (Lugar do Monte das Azenhas) – Zona que antecede a Ponte Eiffel e a Ponte Nova, área de interesse paisagístico e para a prática de desportos náuticos;
Areal de Barcelinhos e Frente Ribeirinha de Barcelos – é seguramente a imagem mais forte deste curso de água, o seu encontro com a cidade de Barcelos, o que proporciona um cenário de grande beleza. O rio e a cidade fazem parte do mesmo postal turístico é uma das imagens mais fortes do Portugal Turístico.
Perelhal / Mariz – Área de interesse para a fruição uma vez que as margens proporcionam alguns espaços de lazer naturais junto ao rio. Algumas áreas são utilizadas como praias fluviais. De destacar ainda os açudes e moinhos que existem neste troço do Rio.
Fornelos / Gilmonde – Área de grande interesse paisagístico e faunístico, forma-se aqui um percurso natural paralelo à margem do Rio muito adequado para a fruição ambiental.

Estas são apenas algumas sugestões de visita que permitem um melhor conhecimento do vasto património que está associado a este curso de água.


Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 10:02 30/08/2019
Distância percorrida: 205,4 km (6669:58)
Tempo em andamento: 6666:54
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -37,9 m/h
Ganho de altitude: 4796 m
Perca de altitude: -4850 m
Tempo de Subida: 6522:35
Tempo de Descida: 128:02

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Sakralbau

44 - POUSA - Igreja - INICIO

Nome da Freguesia Pousa, era o lugar ou habitação onde o cobra­dor de foros reais devia pousar e receber manti­mentos. Pousa é igual a pousada e modernamente a turismo. Vem do latim pausa, da expressão pausam facere ou pausam dare, significando dar agasalho ou dar descanso. O verdadeiro nome da freguesia era: Santa Cristina de Ulgoso da Pousa. Ulgoso, terra de urze igual a urgueira, urzal, ur­zeira, urgal, que no português arcaico deu Algo­so, adaptado a seguir, pelo povo. Há alguns anos formou-se uma lenda, dando à palavra Algôs o mesmo sentido da de carrasco, no significado de executor de pena de morte. Para a maior parte da gente, a Pousa, teria dado um tal personagem, nada simpático e por isso a freguesia nunca daria sacerdotes à Igreja. Poderia haver seminaristas, mas nunca chega­riam ao fim; mais cedo ou mais tarde ficariam pelo caminho, ou doentes ou até morreriam. O Povo, sabia que ter sido carrasco (algôs) era impedimento, ainda actualmente é, para rece­ber ordens sacerdotais. De Algôs, personagem indi­vidual, facilmente se passou a acrescentar também a própria terra que teria tal castigo. Para outros, eram menos os que assim pen­savam, a palavra «Algôs» foi acrescentada a Santa Cristina da Pousa, por haver, perto da Falperra a freguesia de Santa Cristina de Longos. As duas freguesias seriam mais conhecidas pelo nome da padroeira, Santa Cristina, e para não haver confu­são, quando se falasse da Pousa, dizia-se, S. Cris­tina de Algoso. Pags. 19, 20 e 21, “Pousa S. Cristina – Reguela S. Salvador”, 1979, P. Hélio Gomes Ribeiro. .......................................................................................... Santa Cristina – Padroeira da Pousa Nasceu em Tur da Toscana, situada sobre as margens do lago de Bolsena, povoação de que não resta o menor vestígio, por haver sido inteiramente submergida no próprio lago. Foi filha do governa­dor daquela cidade, chamado Urbano, sequaz das superstições do paganismo, e portanto declarado inimigo do nome cristão. Aquele Deus que de tempos a tempos mostra à sua Igreja alguns prodígios do seu infinito poder escolheu uma menina de dez anos apenas, para que por ela triunfasse a fé no meio de uma família, porven­tura a mais obstinada nos desvarios da gentilidade. O governador de Tur, furioso contra os cris­tãos, procurava-os com grande diligência e de­pois atormentava-os com bárbara crueldade. Eram poucas as horas em que se não viam a seus pés alguns destes generosos confessores da fé, e pou­cos os dias, que em seu tribunal se não fizesse al­gum interrogatório. A mesma sala do tribunal foi a escola onde a sua filha Cristina aprendeu as pri­meiras lições da nossa religião. Ao princípio perguntou por curiosidade que gente era aquela, que todos os dias comparecia perante o tribunal de seu pai, e na qual observava tanta compostura e tama­nha ânsia de morrer no meio dos maiores suplícios. Disseram-lhe que eram cristãos, os quais não adoravam mais do que um único Deus, votando os ídolos ao maior desprezo; e como eles depois da morte esperavam outra vida muito mais ditosa do que esta, faziam da presente tão pouco caso. Esta notícia que lhe deram acerca do Cristianismo, avivou-lhe a curiosidade. Assistiu frequentemente aos interrogatórios dos mártires; e como era este o meio de que a graça se servia, de tal modo se ilus­trou que a breve trecho formou um conceito exacto da nossa religião, acompanhado de um ardente de­sejo do martírio. A Providência facultou-lhe um meio de se instruir no cristianismo; algumas damas cristãs em­pregaram nisso os seus cuidados, e assim a foram dispondo para a felicidade de receber o baptismo. Tudo isto se fez muito em segredo; mas o zelo enchia-a de impaciência. Encontrando um dia os ídolos de seu pai que eram de ouro e prata, des­pedaçou-os e distribuiu estas preciosidades pelos pobres cristãos que se definhavam na miséria. Esta ousadia inflamou a cólera do governador. Esque­cendo que era seu pai, determinou-se a fazer-1he expiar com o sangue este pretendido sacrilégio. Havia já tempo que Urbano desconfiava de mudanças nos sentimentos da filha; agora não lhe restava dúvida alguma, depois do que ousara fazer. Mandou-a vir à sua presença, e temperando com aparências de doçura a cólera que o inflamava dis­se: «Eu não poderia acreditar, minha filha, que fosses capaz de cometer o crime de que és acusada; pois será possível que fosses tu a que temeraria­mente puseste mãos ímpias em nossos deuses? «Eis aí, responde a corajosa donzela, deuses bem divertidos, que se deixam despedaçar por uma jo­vem como eu. Pois será possível, querido pai, pro­ssegue, que faleis seriamente, que deis o nome de deus a obras feitas a martelo e da mesma matéria que empregais em vossa baixela?» Urbano não a deixou prosseguir; transtornado e fora de si, esque­cendo os sentimentos da natureza: «Eu bem vejo, lhe diz, que esses feiticeiros dos cristãos te trans­tornaram a cabeça; mas juro por Júpiter, que ou hás-de tomar juízo, ou hás-de perder a vida.» «Fazei, querido pai, lhe tornou a donzela sem se amedrontar, fazei tudo o que for da vossa vontade; podeis tirar-me a vida, o que não me tirareis, é a fé de Jesus Cristo, meu Salvador, que eu espero me dará forças para suportar os maiores suplícios.» Este indigno pai, não podendo ser senhor de si, chamou pelos esbirros e receando que estes a pou­passem, em sua mesma presença, mandou que lhe aplicassem uma tempestade de açoites. Mas, vendo Cristina tão serena como se nada se passasse com ela, quer que lhe rasguem as feridas com unhas de ferro, e que lhe despedacem todo o corpo até ao derradeiro alento. Era um espectáculo horroroso ver esta inocente vítima, banhada no próprio sangue e de tal modo rasgada que se lhe viam os ossos; e não obstante, sem dar o mais leve sinal de sofrimento, erguia os alhos ao céu e rendia mil acções de graças ao Se­nhor por lhe haver proporcionado o desejo de por Ele ser atormentada. Depois, apanhando tranquilamente os pedaços da sua própria carne, dispersas aqui e além, parecia mostrá-los a seu pai como para o tocar. E de facto, Urbano, apesar do furor de que estava possuído, não pode suportar por muito tem­po este horrível espectáculo; fingindo querer reservá-la para suplícios mais cruéis, mandou carregá-la de ferros e conduzi-la a uma horrível masmorra. As consolações celestiais de que foi cumulada, indemni­zaram-na de tudo quanto acabava de sofrer, e inspi­raram-lhe nova ânsia do martírio. Este pai sem entranhas não podia compreen­der como sua filha pode sustentar-se por tanto tempo no meio de tão horríveis tormentos; pen­sava então que agora a sós na prisão reflectiria em sua deplorável situação; ainda mais afastada dos prestígios das cristãos feiticeiros, envolta nas tre­vas e no frio silêncio do cárcere, tudo isto, junto ao horror dos tormentos, pensava ele que actuaria na ânimo da filha. Para melhor ganhar o caso foram-lhe enviados os parentes que lhe pareceram mais próprios para a demover da sua obstinação. Era porém a última ilusão. Sua fúria aumen­tou, quando soube que a filha persistia constante na confissão da religião cristã, sempre mais deter­minada a sofrer o martírio. Jurou então por todas os deuses: «Não se dirá, que uma rapariga de dez anos me impôs a lei, e que estes mágicos dos cris­tãos triunfam dos nossos deuses em minha pró­pria família. Veremos se com todas os seus sortilégios podem sustentar-se contra novos tormentos, e, se a paciência de uma filha é capaz de esgotar a cólera de seu pai». Este tirano, mais cruel que as maiores feras, manda prender a hóstia inocente a uma roda molhada em azeite e debaixo da qual mandou acender uma fogueira, a fim de que, dando­-lhe um movimento giratório, a filha fosse toda tostada. Era realmente um suplício extraordinário, mas a prodígio não foi menor, porque o Senhor fez com que a mártir não sofresse nada, ao passo que a chama activada par um poder invisível se abria aos lados para consumir muitas das pagãos, que tinham concorrida ao espectáculo. O bárbaro e desnaturado progenitor, bem lon­ge de se deixar impressionar por tantos prodígios, refinou em seus maus instintos, envergonhada de ter de ceder diante de um valor assim. Deu ordem pois para que a reconduzissem à mesma prisão. Deus por sua parte consolava a jovem visivelmen­te; não tardou que, ao chegar ao cárcere, um anjo mais resplandecente do que o sol, a viesse visitar, assegurando-lhe a protecção do céu, e curando-lhe todas as feridas. Urbano, tenda ouvida a narração deste novo prodígio, enviou os carrascos com ordem de lhe prenderem ao pescoço uma pedra imensa, e de a precipitar assim na lago, para que mais se não falasse dela. A ordem foi executada; mas a promes­sa feita a Cristina cumpriu-se. O mesmo anjo, que a consolara, apareceu junta dela sobre as águas e conduziu-a à praia. Seu pai não pode resistir a este facto tão extraordinário. A raiva excitou-o tanto que no dia seguinte foram encontrá-lo morta em seu leito. A santa sentiu extremamente a triste sorte do seu infeliz pai muita mais do que seus próprios tormentos; persistiu na entanto em sua primeira resolução. O governador Dion que sucedeu ao pai de Cris­tina excedeu, se é possível, a desumanidade do seu predecessor. Afagou desde logo o prazer de dobrar a firmeza da donzela; não querendo acreditar nas maravilhas que referiam a respeito dela, lisonjeava-se de a vencer. Mandou neste intuito prepa­rar um berço de ferro, enchê-lo de azeite e pez fer­vente, e estender dentro dele a jovem. A coragem, com que Cristina entrou dentro desse tanque de fogo, assombrou os gentios. A sua confiança na omnipotência de Jesus Cristo não foi iludida, porque, tendo feito o sinal da cruz, achou-se como em um banho delicioso, o que a levou a dizer aos carrascos: «Fazeis bem em me meter num cesto de infante, porque também ainda não há mais de um ano que nasci pelo baptismo para a vida da alma». O governador considerou-se pessoalmente afrontado com esta espécie de desafio; deu pois ordem para que a levassem ao templo de Apolo, e a obrigassem a oferecer incenso ao ídolo. Todo o povo correu a ser testemunha deste sacrifício forçado; mas ao pôr a santa o pé no limiar do templo, o ídolo caiu no chão, e partiu-se. No mesmo instante o governador caiu repentinamente morto. Os carrascos aterrados largam a santa, e prostrados a seus pés, exclamam que não há outro Deus verdadeiro senão o Deus dos cristãos; e misturando as suas vozes com as demais de três mil pagãos pedem em altos brados o baptismo. Um acontecimento tão prodigioso fez muito ruído. Deu-se a liberdade a Cristina; e até à chegada do novo governador novos soldados vieram alistar-se em cada dia debaixo do estandarte de Jesus Cristo. Juliano, assim se chamava o novo magistrado, foi bem depressa informado do que causava havia algum tempo o assombro e a admiração de toda a província. Nem por sombras hesitou em crer, como se cria vulgarmente, que todos esses milagres, atribuídos ao Deus de Cristina, eram meros efeitos de magia. A morte repentina dos seus dois predecessores impressionou-o muito, mas este abalo foi logo combatido pela indignação que sentiu ao ver os deuses de Tur, e o próprio Apolo feitos em pedaços. Mandou pois vir Cristina à sua presença e disse-lhe: «É mister, ou sacrificar sem demora aos deuses, ou ser arrojada a uma fornalha ardente.» A santa respondeu em tom firme que não sacrificava senão ao verdadeiro Deus. O governador deu a ordem de a arrojarem à fornalha ardente. Deixaram-na durante cinco dias no meio das chamas, que havia o cuidado de avivar, sem que por isso perdesse um só cabelo da cabeça, dando contínuas acções de graças ao Senhor, e entoando os seus louvores. As actas desta insigne mártir contam que Juliano se dirigira a um mágico para lhe pedir conselho como haveria de acabar com a donzela cristã, e que este lhe persuadira que a metesse numa prisão com víboras, serpentes e escorpiões, assegurando-lhe que seria logo mordida. Mas todos estes animais respeitaram aquela, a quem as chamas nenhum mal tinham feito; e como não cessasse de cantar os louvores de Deus, o tirano cortou-lhe a língua. Perdeu-a por Jesus Cristo, sem perder o uso dela; prosseguia a cantar ainda mais alto estas belas palavras de David: «O nosso Deus está no céu, e de lá governa o universo com poder absoluto. Ao contrário os ídolos das nações não são senão ouro e prata, não passam de obras das mãos dos homens.» Este novo prodígio causou maior impressão ainda sobre os espíritos, do que os precedentes, corriam de toda a parte para serem testemunhas desta maravilha. Envergonhado o tirano com o mau sucesso das suas invenções, e cansado de haver esgotado o reportório dos seus artifícios mandou ligar a santa a um poste e ali matá-la com flechas. Foi neste suplício que Santa Cristina, sentindo um novo desejo de possuir a Deus no céu, por cuja glória combatia há tanto tempo sobre a terra, rogou ao senhor que lhe concedesse a suspirada coroa do martírio. Os seus votos foram ouvidos. Logo às primeiras setas atiradas entregou a Deus o seu bem-aventurado espírito, e foi receber no céu a digna recompensa, devida a tantos combates e tantas vitórias. Foi a 24 de Julho que teve lugar esta preciosa morte, e desde este dia foi honrada esta santa quase por todo o mundo cristão como uma das mais ilustres mártires da Igreja. Os cristãos sepultaram o seu corpo, que depois transportaram da Toscana para Palermo na Sicília. Bibliografia: P.e Hélio Gomes Ribeiro, "Pousa Sta Cristina - Reguela S. Salvador", 1979. ......................................................................................... Património Paisagístico RIO LABRIOSQUE O Labriosque nasce na serra de Airó, banha S. Julião de Paços, Martim e Pousa e desagua também no Cavado [1]. A sua nascente é em Santo Estêvão de Bastuço, acima da casa de Agrela num pequeno fio de água que se junta perto da igreja paroquial dessa freguesia. Entra na freguesia de S. Julião de Paços pelo lugar e Casa de Serra onde dá o nome a uma fábrica de serra­ção e perto do Porto de Martim recebe dois afluen­tes; um vem dos lados de Sequeira, havendo aí quem diga que esse é que é o Labriosque e o outro desce do Monte das Caldas passando por Cabreiros. Este rio divide a Pousa em todo o comprimento pas­sando junto à Igreja, desaguando no Cávado, entre penedos, ajudando a dar o nome de Furada ao local. .................................................................................. Costumes No dia de São Pedro, tudo o que esteja mal acautelado vai parar ao Adro da Igreja. Conta-se que um homem se sentou no seu carro de bois, a ter conta. Adormeceu e lá vai tudo para a porta da Igreja. Imaginemos a cara do esperto ao acordar em tal sítio e os pândegos a rirem-se. Há aí uns trinta anos ataram um burro à corda do sino e um molho de erva ao lado. Esta situação foi motivo de festa em toda a freguesia. Cair no conto do Peopardo: Espalha-se que anda um bicho muito lindo em certa mina até haver um pacóvio que acredite. Então na noite combinada, lá deixam o palerma com um saco aberto indo os outros chutarem o animal. Aqueles vão ao café e o do saco vai estando à espera de mais juízo. Bibliografia: P.e Hélio Gomes Ribeiro, "Pousa Sta Cristina - Reguela S. Salvador", 1979. ............................................................................................................ Lendas O Penedo da Moura Encantada Segundo reza a lenda, um Rei mouro terá escondido dentro de um penedo a sua filha, junto com o seu tesouro. Na ausência do Rei e na eminência de ser assaltada, a Princesa terá pedido a um feiticeiro para a encantar e transformar numa serpente com cabeça de mulher (Moura Encantada) para assim defender-se melhor a si e ao tesouro. O Rei ao regressar encontrou no lugar da filha uma serpente, e terá perguntado ao feiticeiro o que aconteceu, o feiticeiro que queria casar com ela disse-lhe que só ele a sabia desencantar. O Rei, furioso, não acreditou, mandou matar o feiticeiro e nunca mais conseguiu desencantar a filha e recuperar o tesouro. Segundo a lenda, para desencantar a Princesa e ficar com o tesouro o candidato tem que ler o livro de S. Cipriano todo, sem medo e sem se rir. Se fizer isso o penedo irá abrir-se e a Moura aparecerá, sendo necessário picá-la, fazendo sangue, mas sem a matar, caso contrário o penedo volta a fechar e a pessoa transforma-se em serpente.
Sakralbau

45 MARTIM Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/25/2018 11:25
Distância percorrida: 4,5km (00:22)
Tempo em andamento: 00:15
Velocidade média: 11,96 km/h
Média em movimento: 17,21 km/h
Velocidade Máxima: 37,42 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 100 m
Velocidade de Subida: 375,7 m/h
Velocidade de Descida: -635,3 m/h
Ganho de altitude: 100 m
Perca de altitude: -65 m
Tempo de Subida: 00:15
Tempo de Descida: 00:06

Sakralbau

46 ENCOURADOS Igreja

Freguesia Caracterização Lugares (10): · Carvalhão · Vessadinha · Telo-Rio · Torre-Velha · Devesa · Rego – Seco · Assento · Redondo · Carvalhinho · Vilarinho. Locais de Interesse Turístico: · Capela de Santa Luzia · Casa do Adro · Quinta do Coelho. Localização Geográfica: Esta freguesia, assentada em terreno ondulado, estende-se até à encosta norte do monte de Airó, que lhe fecha o horizonte por esse lado. É banhada pelo ribeiro de Vilar, que nasce em Martim e vai desaguar na Cavado, junto à quinta do convento de Vilar de Frades e é servida pela Estrada distrital nº5 que liga Esposende a Braga, por um ramal que desta vai até ao lugar de Vilarinho e por outro que da mesma vai até à Igreja Paroquial. Encourados confronta com as freguesias de Areias de Vilar e Pousa (a Norte); Martim e Bastuço, Santo Estêvão (a Nascente); Bastuço, S. João e Sequedade (a Sul) e com Airó (a Poente). .................................................................................. Resenha Histórica Encourados, orago S. Tiago, era uma vigararia da apresentação do Reitor do convento de S. João Evangelista de Vilar de Frades. Esta Igreja veio ao padroado do convento em virtude da troca, feita em 1441 com o Arcebispo de Braga D. Fernando da Guerra, pela Igreja de Calvelo (Calvelo pertencia ao convento de Vilar de Frades pela renúncia do seu último abade Gonçalo Dias de Barros). Encourados significa homens revestidos de couro, ou que vão à guerra protegidos pela Coura, gibão com abas. Esta freguesia vem nas Inquirições de D. Afonso II de 1220 com a designação – “De Santo Jacobo de Encoirados de Cauto de Martim”, nas Terras de Penafiel. Nelas se diz que o rei não tem aqui reguengo algum e não recebe qualquer foro; que esta Igreja tem sesmarias, Tibães 5 casais e Vilar de Frades 19 casais. Encourados era, como vimos, do couto de Martim, passando depois para o de Vilar de Frades. Era aqui o solar da nobre e antiga família dos Encourados, hoje extinta ou antes diluído o seu sangue em outras não menos distintas. A casa solar desta família devia ter sido na Torre Velha. Este nome parece indicá-lo, além de que alguns vestígios de construções, que naquele lugar se viam há mais de meio século, levam-nos a acreditar na existência ali de alguns paços ou casas nobres. Nesta freguesia existem várias casas importantes entre as quais se podem destacar: a Casa de Encourados, perto da igreja Paroquial, a Casa da Portagem, a do Adro, a da Torre Velha e a de Barreiros. Esta última é considerada pelo povo como a casa do Sargento-Mor do romance, não obstante o autor daquele livro a ter situado na freguesia de Areias de Vilar. Desta casa actualmente apenas existe de interessante um portão em estilo clássico, tendo ao lado um escudo ou emblema que contém em chefe uma cruz aberta de campo e em contra-chefe cinco ciprestes, mal arrumados, sem qualquer outra peça, ornato ou distintivo. Em volta da casa de Barreiros ainda vive gente com os nomes e alcunhas dos valentes soldados das Ordenanças dos coutos de Vilar e Manhente que figuram no romance. Esta admirável obra, levada já ao palco, esteve há alguns anos para ser filmada. Curiosidade: Reza a lenda que, quando os franceses passaram por esta freguesia, em Março de 1809, acamparam no sítio das Barrocas. Deu-se nessa ocasião um facto que corre na tradição oral do povo. Um soldado, precisando de mantimentos, foi pedir ou exigir milho a um lavrador do lugar de Vilarinho. Este acedeu imediatamente ao pedido, mas quando o francês ia encher confiadamente o saco debruçado na tulha, o proprietário fazendo desta guilhotina, deixou cair a tampa sobre o pescoço do infeliz, matando-o. Receoso porém da eventual reivindicação dos companheiros da vítima e para encobrir a sua façanha, lançou em seguida o cadáver dentro de um poço ali perto. Passadas as horas temerosas da invasão foi retirado o corpo da água e enterrado convenientemente. Ainda existe, naquele lugar, uma modesta cruz de pedra, que a piedade cristã levantou para comemorar este facto. Filhos Ilustres da Terra D. Soeiro Mendes de Encourados, senhor da casa e torre de Encourados. Foi casado com D. Urraca Gil, neta materna de João Lourenço de Macieira. Fernão Silvestre de Encourados, de quem fala o Conde D. Pedro no seu Nobiliário; era também da família dos Encourados. P.e Manuel José de Carvalho, foi pároco desta freguesia, abade da de Laundos, comarca da Póvoa de Varzim e Cónego da sé de Luanda. Faleceu a 14 de Novembro de 1887, como do epitálio na sua sepultura à porta principal da Igreja Matriz. Manuel António Coelho de Araújo, natural desta freguesia, senhor da casa de Vilarinho, foi vereador da Câmara Municipal de Barcelos entre 1898 a 1903, pai do Snr. Dr. Manuel António Barroso Coelho, bacharel formado em teologia pela U. de Coimbra, abade de Vila Boa de Quires, Marco de Canaveses e de Lordelo do Ouro, Porto. João Crisóstomo Lopes Correia, senhor da casa de Encourados, foi vereador da C.M. de Barcelos. Faleceu em 1914. foi o pai dos srs. Manuel Maria Correia Simões e Dr. Alberto Correia Simões, Juiz de Direito. José Custódio da Silva Correia, senhor da casa de Santa Ana, foi vereador da Câmara Municipal de Barcelos, tendo falecido em 1911. Manuel Luís Simões, filho de António José Simões e de D. Maria Josefa da Fonseca, senhor da casa do Carvalhinho, nesta freguesia, foi o pai dos srs. Dr. João Inácio da Silva Correia Simões, Juiz de Direito, D. Maria da Purificação da Silva Correia Simões, casada com João Crisóstomo Lopes Correia, acima referido e D. António José da Silva Correia Simões, Deão da Sé de Braga, Vigário Geral do Arcebispado, por vezes Vigário Capitular, antigo Reitor do Liceu e Presidente da Câmara Municipal de Braga, etc. ............................................................................... Património Cultural Imóvel Igreja e Cruzeiro Paroquial; Fontanário; Alminhas; Nicho de Nossa senhora do Carmo; Capela de Santa Luzia; Casa e Capela de Santa Ana e Casa da Portagem, do Adro, de Encourados, de Vilarinho, do Carvalhinho e da Torre Velha. Fontes Públicas: a do Lobato, a de Vilarinho, a da Balança, a do Carvalhão, a da Isabeleiras, a de Entrevinhas, a de Santa Ana e a do Carvalhinho. .............................................................................. Padroeiro/Festividades Festa em honra do padroeiro S. Tiago (25 de Julho) e Festa de Santa Luzia (1º Domingo de Setembro).


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/25/2018 11:41
Distância percorrida: 8,1km (00:38)
Tempo em andamento: 00:28
Velocidade média: 12,76 km/h
Média em movimento: 16,8 km/h
Velocidade Máxima: 37,42 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 125 m
Velocidade de Subida: 431,9 m/h
Velocidade de Descida: -532,8 m/h
Ganho de altitude: 151 m
Perca de altitude: -135 m
Tempo de Subida: 00:21
Tempo de Descida: 00:15

Sakralbau

47 AREIAS VILAR Convento

CONVENTO DE VILAR DE FRADES Horário de Abertura do Monumento: - Terças-feiras das 14h às 18h; - De quarta a domingo das 10h às 18h. ................................................................................ AREIAS DE VILAR UM PASSADO E UM PRESENTE DE GRANDEZA, DIGNIDADE E DE FUTURO Situada no sopé do monte de Airó, debruçada sobre as águas do Rio Cavado, na margem esquerda, a freguesia de Areias de Vilar conserva como núcleo essencial da sua identidade um riquíssimo património histórico que urge preservar e defender, quer do impiedoso e inevitável desgaste do tempo, quer da frequente e lamentável indiferença das autoridades competentes. Com efeito, o conjunto arquitectónico da igreja e do convento de Vilar de Frades marcou definitivamente Areias de Vilar, dando-lhe uma feição peculiar, histórica, estética e cultural, de inegável riqueza e valor simbólico. As qualidades do sítio, fértil e verdejante, fizeram de Areias de Vilar uma terra procurada por beneditinos da Alta Idade Média, que ali se terão instalado a partir do século VI, e por evangelistas (lóios), a partir dos fins da Época Medieval (primeiro quartel do século XV), construindo aí um futuro sempre renovado pelo gosto dos séculos passados. Hoje, Areias de Vilar orgulha-se da sua freguesia, que integra as três antigas freguesias de Vilar de Frades – S. Salvador, S. João e Stª Maria Madalena -, orgulha-se do seu passado histórico e da riqueza cultural, orgulha-se do seu presente que se projecta num amanhã que se quer risonho. A bibliografia tradicional não se cansa de enaltecer as qualidades do lugar, depois dos relatos apaixonados dos cronistas da Ordem dos Lóios – Jorge de S. Paulo e Francisco de Santa Maria – que escreveram as suas memórias, o primeiro em 1658 e o segundo em 1697. Ora, como é sabido, o sítio desempenha um papel fundamental na implantação arquitectónica e, sem margens para dúvida, que qualquer monumento arquitectónico “marca o lugar onde está implantado, recriando íntimas relações com o sítio. A sua envolvência faz parte da sua memória histórica e estética”1. Desde sempre a agricultura se afirmou como principal actividade económica. A Água cristalina de tempos idos – e o desejo firme de despoluirmos o nosso rio –, o Sol da nossa terra – que tanto iluminou imemoriais frades de S. Bento aqui terão estacionado a partir da lendária data de 566 pela mão de S. Martinho de Dume - , e a Águia do voo dos nosso sonhos e dos antigos cónegos evangelistas – que fundaram a casa-mãe dos lóios em Vilar em 1425 – constituem referências simbólicas fundamentais do nosso presente e do nosso futuro. ......................................................................................


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/25/2018 11:57
Distância percorrida: 13,5km (00:53)
Tempo em andamento: 00:43
Velocidade média: 14,98 km/h
Média em movimento: 18,48 km/h
Velocidade Máxima: 38,8 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 125 m
Velocidade de Subida: 527,3 m/h
Velocidade de Descida: -665,7 m/h
Ganho de altitude: 234 m
Perca de altitude: -272 m
Tempo de Subida: 00:26
Tempo de Descida: 00:24

Sakralbau

48 RIO COVO Sta Eugenia Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 14:57
Distância percorrida: 19,8km (27:54)
Tempo em andamento: 27:41
Velocidade média: 0,71 km/h
Média em movimento: 0,72 km/h
Velocidade Máxima: 44,63 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 125 m
Velocidade de Subida: 538 m/h
Velocidade de Descida: -617,3 m/h
Ganho de altitude: 320 m
Perca de altitude: -331 m
Tempo de Subida: 00:35
Tempo de Descida: 00:32

Sakralbau

49 GAMIL, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 15:08
Distância percorrida: 22,9km (28:05)
Tempo em andamento: 27:49
Velocidade média: 0,81 km/h
Média em movimento: 0,82 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 125 m
Velocidade de Subida: 660,9 m/h
Velocidade de Descida: -17,8 m/h
Ganho de altitude: 479 m
Perca de altitude: -485 m
Tempo de Subida: 00:43
Tempo de Descida: 27:18

Sakralbau

50 S.BENTO Varzea, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 15:11
Distância percorrida: 23,8km (28:08)
Tempo em andamento: 27:51
Velocidade média: 0,84 km/h
Média em movimento: 0,85 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 125 m
Velocidade de Subida: 625,7 m/h
Velocidade de Descida: -18,6 m/h
Ganho de altitude: 485 m
Perca de altitude: -507 m
Tempo de Subida: 00:46
Tempo de Descida: 27:18

Sakralbau

51 ADAES, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 15:26
Distância percorrida: 27,8km (28:22)
Tempo em andamento: 28:03
Velocidade média: 0,98 km/h
Média em movimento: 0,99 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 125 m
Velocidade de Subida: 635,7 m/h
Velocidade de Descida: -20,2 m/h
Ganho de altitude: 588 m
Perca de altitude: -553 m
Tempo de Subida: 00:55
Tempo de Descida: 27:23

Sakralbau

52 AIRO, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 15:34
Distância percorrida: 30,3km (28:30)
Tempo em andamento: 28:10
Velocidade média: 1,06 km/h
Média em movimento: 1,08 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 151 m
Velocidade de Subida: 656,5 m/h
Velocidade de Descida: -22 m/h
Ganho de altitude: 650 m
Perca de altitude: -605 m
Tempo de Subida: 00:59
Tempo de Descida: 27:27

Sakralbau

53 MOURE Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 15:42
Distância percorrida: 32,6km (28:39)
Tempo em andamento: 28:17
Velocidade média: 1,14 km/h
Média em movimento: 1,15 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 151 m
Velocidade de Subida: 671,5 m/h
Velocidade de Descida: -24,1 m/h
Ganho de altitude: 716 m
Perca de altitude: -663 m
Tempo de Subida: 01:03
Tempo de Descida: 27:31

Sakralbau

54-SEQUEADE Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 15:51
Distância percorrida: 34,5km (28:47)
Tempo em andamento: 28:23
Velocidade média: 1,2 km/h
Média em movimento: 1,22 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 233 m
Velocidade de Subida: 740,6 m/h
Velocidade de Descida: -25,5 m/h
Ganho de altitude: 836 m
Perca de altitude: -702 m
Tempo de Subida: 01:07
Tempo de Descida: 27:35

Sakralbau

55 BASTUCO S.JOAO, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 16:11
Distância percorrida: 38,7km (29:08)
Tempo em andamento: 28:41
Velocidade média: 1,33 km/h
Média em movimento: 1,35 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 381 m
Velocidade de Subida: 796,9 m/h
Velocidade de Descida: -32,3 m/h
Ganho de altitude: 1053 m
Perca de altitude: -896 m
Tempo de Subida: 01:19
Tempo de Descida: 27:44

Sakralbau

56 Bastuco Sto Estevao, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11/25/2018 11:03
Hora de Fim: 11/26/2018 17:10
Distância percorrida: 50,3km (30:06)
Tempo em andamento: 29:30
Velocidade média: 1,67 km/h
Média em movimento: 1,7 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 789,9 m/h
Velocidade de Descida: -47,4 m/h
Ganho de altitude: 1488 m
Perca de altitude: -1335 m
Tempo de Subida: 01:53
Tempo de Descida: 28:09

Sakralbau

57 Couto Cambezes, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 14:48 29/12/2018
Distância percorrida: 58,6km (819:45)
Tempo em andamento: 819:00
Velocidade média: 0,07 km/h
Média em movimento: 0,07 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 759,6 m/h
Velocidade de Descida: -55,9 m/h
Ganho de altitude: 1670 m
Perca de altitude: -1587 m
Tempo de Subida: 02:11
Tempo de Descida: 28:24

Sakralbau

58 CARREIRA, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 15:01 29/12/2018
Distância percorrida: 61,7km (819:58)
Tempo em andamento: 819:10
Velocidade média: 0,08 km/h
Média em movimento: 0,08 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 2,2 m/h
Velocidade de Descida: -58,8 m/h
Ganho de altitude: 1739 m
Perca de altitude: -1679 m
Tempo de Subida: 791:18
Tempo de Descida: 28:33

Sakralbau

60 RIO COVO Santa Eulalia, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 15:21 29/12/2018
Distância percorrida: 67,6km (820:18)
Tempo em andamento: 819:28
Velocidade média: 0,08 km/h
Média em movimento: 0,08 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 2,3 m/h
Velocidade de Descida: -63,8 m/h
Ganho de altitude: 1847 m
Perca de altitude: -1832 m
Tempo de Subida: 791:28
Tempo de Descida: 28:43

Sakralbau

61 MIDOES, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 15:27 29/12/2018
Distância percorrida: 69,5km (820:24)
Tempo em andamento: 819:33
Velocidade média: 0,08 km/h
Média em movimento: 0,08 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 2,4 m/h
Velocidade de Descida: -65,3 m/h
Ganho de altitude: 1911 m
Perca de altitude: -1878 m
Tempo de Subida: 791:31
Tempo de Descida: 28:46

Sakralbau

62 REMELHE Igreja Paroquial


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 15:43 29/12/2018
Distância percorrida: 72,5km (820:40)
Tempo em andamento: 819:46
Velocidade média: 0,09 km/h
Média em movimento: 0,09 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 2,6 m/h
Velocidade de Descida: -66,9 m/h
Ganho de altitude: 2038 m
Perca de altitude: -1930 m
Tempo de Subida: 791:43
Tempo de Descida: 28:51

Sakralbau

64 SILVEIROS Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 16:09 29/12/2018
Distância percorrida: 79,8km (821:05)
Tempo em andamento: 820:09
Velocidade média: 0,1 km/h
Média em movimento: 0,1 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 2,8 m/h
Velocidade de Descida: -73,4 m/h
Ganho de altitude: 2184 m
Perca de altitude: -2136 m
Tempo de Subida: 791:53
Tempo de Descida: 29:05

Sakralbau

59 FONTE COBERTA, Igreja

Sakralbau

63 CARVALHOS

Sakralbau

65 - Monte de Fralaes - Igreja 0000353


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 16:45 02/01/2019
Distância percorrida: 93,7km (917:41)
Tempo em andamento: 916:23
Velocidade média: 0,1 km/h
Média em movimento: 0,1 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 3,2 m/h
Velocidade de Descida: -83,1 m/h
Ganho de altitude: 2569 m
Perca de altitude: -2463 m
Tempo de Subida: 792:36
Tempo de Descida: 29:39

Sakralbau

66 - VIATODOS, Igreja 0000494


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 11:05 26/08/2019
Distância percorrida: 95,5km (6575:02)
Tempo em andamento: 6573:41
Velocidade média: 0,01 km/h
Média em movimento: 0,01 km/h
Velocidade Máxima: 45,29 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 3,3 m/h
Velocidade de Descida: -20,3 m/h
Ganho de altitude: 2579 m
Perca de altitude: -2536 m
Tempo de Subida: 792:31
Tempo de Descida: 125:11

Sakralbau

67 - MINHOTAES - igreja 0000495


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 11:17 26/08/2019
Distância percorrida: 100,2km (6575:13)
Tempo em andamento: 6573:53
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,4 m/h
Velocidade de Descida: -741,4 m/h
Ganho de altitude: 2469 m
Perca de altitude: -2412 m
Tempo de Subida: 6476:32
Tempo de Descida: 03:15

Sakralbau

68 - GRIMANCELOS - Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 12:06 26/08/2019
Distância percorrida: 103,6km (6576:03)
Tempo em andamento: 6574:06
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,4 m/h
Velocidade de Descida: -727,3 m/h
Ganho de altitude: 2542 m
Perca de altitude: -2476 m
Tempo de Subida: 6477:10
Tempo de Descida: 03:24

Sakralbau

69 - NEGREIROS - Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 12:25 26/08/2019
Distância percorrida: 112km (6576:22)
Tempo em andamento: 6574:24
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,4 m/h
Velocidade de Descida: -746,1 m/h
Ganho de altitude: 2699 m
Perca de altitude: -2654 m
Tempo de Subida: 6477:22
Tempo de Descida: 03:33

Sakralbau

70 - CHAVAO Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 12:38 26/08/2019
Distância percorrida: 116,1km (6576:34)
Tempo em andamento: 6574:36
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,4 m/h
Velocidade de Descida: -746,3 m/h
Ganho de altitude: 2810 m
Perca de altitude: -2704 m
Tempo de Subida: 6477:31
Tempo de Descida: 03:37

Sakralbau

71 - CHORENTE Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 12:46 26/08/2019
Distância percorrida: 118km (6576:42)
Tempo em andamento: 6574:41
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,4 m/h
Velocidade de Descida: -759,7 m/h
Ganho de altitude: 2840 m
Perca de altitude: -2803 m
Tempo de Subida: 6477:35
Tempo de Descida: 03:41

Sakralbau

72 - GOIOS, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 12:54 26/08/2019
Distância percorrida: 120,6km (6576:51)
Tempo em andamento: 6574:48
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,4 m/h
Velocidade de Descida: -759,3 m/h
Ganho de altitude: 2894 m
Perca de altitude: -2847 m
Tempo de Subida: 6477:39
Tempo de Descida: 03:44

Sakralbau

74 - Gueral, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 13:01 26/08/2019
Distância percorrida: 123,4km (6576:58)
Tempo em andamento: 6574:54
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,5 m/h
Velocidade de Descida: -766,3 m/h
Ganho de altitude: 2933 m
Perca de altitude: -2909 m
Tempo de Subida: 6477:43
Tempo de Descida: 03:47

Sakralbau

75 - COUREL


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 13:09 26/08/2019
Distância percorrida: 125,9km (6577:06)
Tempo em andamento: 6575:01
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,5 m/h
Velocidade de Descida: -763,6 m/h
Ganho de altitude: 3010 m
Perca de altitude: -2937 m
Tempo de Subida: 6477:48
Tempo de Descida: 03:50

Sakralbau

76 - Macieira Rates, Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 13:22 26/08/2019
Distância percorrida: 129,8km (6577:18)
Tempo em andamento: 6575:12
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,5 m/h
Velocidade de Descida: -764,6 m/h
Ganho de altitude: 3057 m
Perca de altitude: -3049 m
Tempo de Subida: 6477:52
Tempo de Descida: 03:59

Sakralbau

77 - PARADELA Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 13:53 26/08/2019
Distância percorrida: 140km (6577:50)
Tempo em andamento: 6575:39
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,5 m/h
Velocidade de Descida: -772,8 m/h
Ganho de altitude: 3263 m
Perca de altitude: -3289 m
Tempo de Subida: 6478:08
Tempo de Descida: 04:15

Sakralbau

78 - VILAR DE FIGOS


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 11:09 29/08/2019
Distância percorrida: 145,7km (6647:05)
Tempo em andamento: 6644:52
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,5 m/h
Velocidade de Descida: -772,9 m/h
Ganho de altitude: 3396 m
Perca de altitude: -3356 m
Tempo de Subida: 6478:18
Tempo de Descida: 04:20

Sakralbau

79 - FARIA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 11:44 29/08/2019
Distância percorrida: 154,1km (6647:41)
Tempo em andamento: 6645:22
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 53,69 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,6 m/h
Velocidade de Descida: -30,7 m/h
Ganho de altitude: 3877 m
Perca de altitude: -3880 m
Tempo de Subida: 6520:56
Tempo de Descida: 126:34

Sakralbau

80 - CRISTELO Igreja


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 12:07 29/08/2019
Distância percorrida: 159,8km (6648:03)
Tempo em andamento: 6645:39
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 54,51 km/h
Altitude Mínima: 10 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,6 m/h
Velocidade de Descida: -31,6 m/h
Ganho de altitude: 3992 m
Perca de altitude: -4012 m
Tempo de Subida: 6521:06
Tempo de Descida: 126:47

Sakralbau

73 - Pedra Furada

Sakralbau

81 - BARQUEIROS Igreja 511


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 07:29 30/08/2019
Distância percorrida: 162,2km (6667:25)
Tempo em andamento: 6664:55
Velocidade média: 0,02 km/h
Média em movimento: 0,02 km/h
Velocidade Máxima: 54,51 km/h
Altitude Mínima: 6 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,6 m/h
Velocidade de Descida: -32 m/h
Ganho de altitude: 4025 m
Perca de altitude: -4059 m
Tempo de Subida: 6521:11
Tempo de Descida: 126:56

Sakralbau

82 - VILA SECA Igreja 512


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 08:12 30/08/2019
Distância percorrida: 174,5km (6668:09)
Tempo em andamento: 6665:30
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,6 m/h
Velocidade de Descida: -33,3 m/h
Ganho de altitude: 4218 m
Perca de altitude: -4241 m
Tempo de Subida: 6521:34
Tempo de Descida: 127:16

Sakralbau

83 - FORNELOS Igreja 513


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 08:35 30/08/2019
Distância percorrida: 181,2km (6668:32)
Tempo em andamento: 6665:48
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -34,3 m/h
Ganho de altitude: 4357 m
Perca de altitude: -4368 m
Tempo de Subida: 6521:45
Tempo de Descida: 127:28

Sakralbau

84 - GILMONDE Igreja 514


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 08:40 30/08/2019
Distância percorrida: 182,8km (6668:37)
Tempo em andamento: 6665:52
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -34,4 m/h
Ganho de altitude: 4366 m
Perca de altitude: -4384 m
Tempo de Subida: 6521:48
Tempo de Descida: 127:29

Sakralbau

85 - MILHAZES Igreja 515


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 08:49 30/08/2019
Distância percorrida: 186,4km (6668:46)
Tempo em andamento: 6666:00
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -34,7 m/h
Ganho de altitude: 4416 m
Perca de altitude: -4423 m
Tempo de Subida: 6521:52
Tempo de Descida: 127:34

Sakralbau

86 - PEREIRA Igreja 0000517


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 09:20 30/08/2019
Distância percorrida: 191,7km (6669:17)
Tempo em andamento: 6666:20
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -35,8 m/h
Ganho de altitude: 4606 m
Perca de altitude: -4578 m
Tempo de Subida: 6522:14
Tempo de Descida: 127:43

Sakralbau

87 - ALVELOS Igreja 518


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 09:41 30/08/2019
Distância percorrida: 198,5km (6669:38)
Tempo em andamento: 6666:37
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -36,8 m/h
Ganho de altitude: 4730 m
Perca de altitude: -4709 m
Tempo de Subida: 6522:28
Tempo de Descida: 127:49

Sakralbau

88 - CARVALHAL - Igreja 0000519


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 09:49 30/08/2019
Distância percorrida: 200,9km (6669:46)
Tempo em andamento: 6666:42
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -37,2 m/h
Ganho de altitude: 4751 m
Perca de altitude: -4763 m
Tempo de Subida: 6522:30
Tempo de Descida: 127:55

Sakralbau

89 - BARCELINHOS - Igreja 0000520


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 09:59 30/08/2019
Distância percorrida: 204,4km (6669:55)
Tempo em andamento: 6666:51
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -37,7 m/h
Ganho de altitude: 4793 m
Perca de altitude: -4820 m
Tempo de Subida: 6522:33
Tempo de Descida: 128:00

Waypoint

AREAL RIO CAVADO - FIM 0000521


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 11:03 25/11/2018
Hora de Fim: 10:02 30/08/2019
Distância percorrida: 205,4km (6669:58)
Tempo em andamento: 6666:54
Velocidade média: 0,03 km/h
Média em movimento: 0,03 km/h
Velocidade Máxima: 56,36 km/h
Altitude Mínima: 1 m
Altitude Máxima: 407 m
Velocidade de Subida: 0,7 m/h
Velocidade de Descida: -37,9 m/h
Ganho de altitude: 4795 m
Perca de altitude: -4851 m
Tempo de Subida: 6522:35
Tempo de Descida: 128:02

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