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Entfernung

0,79 km

Höhengewinn

11 m

Schwierigkeitsgrad

Leicht

Höhenverlust

11 m

Max. Höhe

844 m

Trailrank

44

Min. Höhe

813 m

Trail Typ

Rundkurs

Fahrzeit

23 Minuten

Zeit

34 Minuten

Koordinaten

141

Hochgeladen

5. Juni 2021

Aufgezeichnet

Juni 2021
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844 m
813 m
0,79 km

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bei Castelo Rodrigo, Guarda (Portugal)

Pequeno percurso pedestre pela aldeia histórica de Castelo Rodrigo.

O território de Riba-Côa foi ocupado desde tempos remotos, havendo vestígios paleolíticos, megalíticos, da cultura castreja, romanos e árabes. A preocupação com a reorganização e povoamento desta área na época da Reconquista é patente nas doações aos freires Salamantinos, fundadores da Ordem de S. Julião do Pereiro, e aos primeiros frades de Santa Maria de Aguiar, oriundos de Zamora, de que o Mosteiro de Santa Maria de Aguiar, de fundação cisterciense do séc. XII, é importante testemunho.

Conquistada aos Árabes no séc. XI e dependente do Reino de Leão, foi vila elevada a concelho por Afonso IX, integrando definitivamente o território português a 12 de Setembro de 1297, pelo Tratado de Alcanizes - assinado por D. Dinis, que confirmou o seu Foral em Trancoso e mandou repovoar e reconstruir o Castelo, ação repetida por D. Fernando I, que também lhe concedeu Carta de Feira, em 1373.

Castelo Rodrigo está rodeado por uma cintura amuralhada inicialmente composta por 13 torreões (à semelhança de Ávila). Mantém a sua traça medieval, que irradia da alcáçova e acompanha a topografia. Pelas suas ruas encontram-se casas interessantes, umas manuelinas, outras construções árabes, como a casa nº 32, com inscrição e uma carranca, para além da cisterna, de 13 m de fundo, com uma porta em arco de ferradura e outra ogival.

Estando na rota de peregrinos a Compostela, aqui se ergueu a Igreja de N. Sra. de Rocamador, fundada por uma confraria de frades hospitaleiros vindos de França no séc. XIII.
Por ter tomado partido por Castela na crise de 1383-85, D. João I castigou Castelo Rodrigo, mandando que o seu brasão ficasse com as armas reais invertidas e a vila dependente de Pinhel. O pelourinho manuelino - de gaiola e grandes dimensões, atesta o poder municipal, regulamentado pelo foral novo de 1508, altura em que D. Manuel, o Rei Venturoso, mandou repovoar a vila e refazer o castelo.

Sob domínio filipino instituiu-se o condado e marquesado de Castelo Rodrigo na pessoa de Cristóvão de Moura, que mandou edificar um Palácio. Após a Restauração este foi destruído pelo povo. No largo de S. João, o padrão assinala e comemora a restauração da independência nacional.

Ainda nas lutas contra Espanha, a vila sofreu em 1664 o cerco do Duque de Ossuna, tendo a sua guarnição de 150 homens resistido heroicamente até à chegada de reforços, travando-se a batalha da Salgadela, junto ao Mosteiro de Santa Maria de Aguiar. Conta-se que o Duque de Ossuna e D. João d’Áustria escaparam disfarçados de frades.

Após as Guerras da Restauração, Castelo Rodrigo foi perdendo a sua importância, e a 25 de Junho de 1836, por Carta Régia de D. Maria II, a sede de concelho foi transferida para Figueira de Castelo Rodrigo.

Historicamente, nenhuma povoação raiana exerceu por tão longo período um lugar tão relevante nas relações Luso-Castelhanas e na defesa do território português.

(texto retirado da página: Aldeias Históricas de Portugal)





Outros percursos que fiz na Região:
Calçada de Alpajares (calçada do Diabo) (11-04-2009)
Almofala a Santo André das Arribas (12-04-2009)
Rota dos Túneis (Barca d'Alva - Fregeneda) (08/04/2012)
Badamalos - Ponte de Sequeiros - Valongo do Coa
Vilar Maior (Castelo)
Almendra - Penascosa - Castelo Melhor
Castelo Rodrigo
Cidadelhe - Faia Brava
Marialva
Sakralbau

Igreja Matriz

A Igreja Matriz, dedicada a Nossa Senhora do Rocamador, foi fundada no séc. XIII pela Confraria dos Frades de Nossa Senhora de Rocamador, uma congregação que se dedicava à assistência aos peregrinos compostelanos. O Imóvel mantém a tipologia primitiva, é um exemplar de transição entre o românico e o gótico, mas foi sofrendo obras posteriores, nomeadamente nos séculos XVI e XVII, que alteraram a estrutura do templo. Possui planta composta, três naves, pórticos de verga reta e frontão angular. No seu interior podemos admirar um teto de caixotões de madeira pintada com cenas hagiográficas, na capela-mor azulejos do século XVIII, azuis e brancos e no altar-mor azulejos hispano-árabes. A Igreja foi restaurada no final dos anos 90 no âmbito do Programa Aldeias Históricas de Portugal.
Ruine

Castelo

Não se encontrado fontes que façam referência ao castelo anteriormente ao foral de 1209 de Afonso IX de Leão é provável a existência deste, no século IX, na época de D. Flâmula Rodrigues, sobre um hipotético castro lusitano de fundação neolítica. O recinto muralhado medieval apresenta panos de muralha do séc. XIII e seguintes, embora a fortificação não seja referida, em 1055, aquando da conquista aos mouros por Fernando de Leão, subsistem ainda duas portas em arco quebrado, designadas por porta do Sol e da Traição e uma em arco de berço no largo de S. João. A fortificação foi sofrendo várias alterações, tendo o rei D. Dinis sido o mentor de reformas, como as efetuadas na porta de entrada do castelo, ao acrescentar-lhe balcão com mata-cães e o torreão quadrangular, no qual colocou o seu brasão. Posteriormente, o livro de Duarte D´Armas mostra o estado de ruína da fortificação o que levou D. Manuel I a ordenar a recuperação das muralhas e a atribuir foral novo em Santarém, a 25 de Julho de 1508, verificando-se que as entradas existentes na rua da Cadeia, nomeadamente a porta da Alverca, são posteriores a esta intervenção. No flanco NW do interior das suas muralhas existe um "assento" escavado na rocha, que a população conhece por "Cadeira do Rei". No século XX, foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 4 de Julho de 1922. Parcialmente restaurado na década de 1940, apenas recentemente foi objeto de um programa global de intervenção por parte do poder público, com o apoio das Aldeias Históricas de Portugal.
Foto

Casa da Cisterna

Casa da Cisterna
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Pormenor do Percurso

Pormenor do Percurso
Foto

Pormenor do Percurso

Pormenor do Percurso
Foto

Pormenor do Percurso

Pormenor do Percurso
Foto

Padrão da Restauração

Monumento que invoca momentos da História portuguesa em que Castelo Rodrigo teve participação ativa: Restauração da Independência, a 10 de Dezembro de 1640. O cerco que lhe foi movido a 25 de Junho de 1664 e a subsequente batalha travada a 7 de Julho.
Foto

Castelo - Barbacã

Em arquitetura militar é um muro anteposto às muralhas, de menor altura, com função de defesa do fosso ou fortificação. Após as reformas de D. Dinis o castelo ficou envolvida por uma barbacã, obrigando a que o acesso ao interior da fortaleza se fizesse num itinerário de envolvimento, com capacidade de tiro vertical. Podemos ainda observar a reconstituição do acesso primitivo à alcáçova numa rampa construída ao abrigo da intervenção de recuperação desta Aldeia Histórica.
Wegpunkt

Torre do Relógio

Ao antigo pano de muralha da Barbacã que protegia a alcáçova, foi adicionada uma torre sineira que originalmente tinha um relógio de martelo com pesos de granito.
Denkmal

Torre do Relógio

Torre do Relógio
Tür

Porta Nascente

Uma das três entradas na Aldeia Histórica, com orientação nascente onde se pode contemplar o convento de Santa Maria de Aguiar, a fronteira com Espanha e o Penedo Durão.
Wegpunkt

Rua do Relógio

Rua do Relógio
Foto

Rua do Relógio

Rua do Relógio
Tür

Porta Nascente

Porta Nascente

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